Mudas de Abobreiro - Samaneiro de Cangalha a partir de 5 unidades

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Nomes Populares: Alfarobo, Abobreira, Farinha-Seca, Sete-Cascas, Feijão-Cru, Pau-de-Cangalha, Ingá-de-Pobre.

Ocorrência: Mato Grosso do Sul e Mato Grosso no Pantanal Matogrossense e Chapada dos Guimarães, sul do Pará, Baixo Amazonas e Bahia no vale do São Francisco. Também no Paraguai, Bolívia e Peru.

Morfologia: Altura de 4-18 m, dotada de copa arredondada. Tronco mais ou menos ereto e cilíndrico, revestido por casca grossa, fissurada e muito suberosa, de 25-45 cm de diâmetro.Folhas compostas bipinadas, com eixo comum (pecíolo + raque) tomentoso de 8-28 cm. Pinas opostas ou alternadas, em número de 1-14 pares, com eixo comum de 1-7 cm. É muito semelhante a espécie Samanea inopinata (Harms) Barneby & Grimes que ocorre na mata higrófila sul baiana.

Fenologia: Floresce durante os meses de agosto a novembro. Os frutos amadurecem no final da estação chuvosa (maio-julho).

Informações Ecológicas: Planta caducifólia, heliófita, seletiva higrófita, pioneira, característica da mata semidecídua do Pantanal Matogrossense, da mata caducifólia do vale do São Francisco e das savanas amazônicas. Apresenta frequência geralmente baixa, com dispersão bastante descontínua e irregular ao longo de sua área de distribuição. Ocorre preferencialmente em capoeiras e áreas abertas como colonizadora em várzeas aluviais a beira de rios, onde o solo é bem suprido se água e de boa fertilidade.

Madeira: Pesada (densidade 0,78 g/cm³), dura, textura média, grã direita, de média resistência mecânica e moderadamente durável.

Informações Complementares: A madeira é empregada apenas localmente para marcenaria, moirões e para lenha. A árvore é ornamental e muito cultivada na arborização rural. A vagem é forrageira para o gado.

Fonte: Lorenzi , Harri. Árvores Brasileiras Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil vol.02. 2ª Edição. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. 2002.