Pau Ferro, Juca

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Nome Popular

   

Pau ferro, jucá, ibirá obi, imirá itá

 

Sementes por kg

   

 5.200

 

Nome Científico

   

Caesalpinia ferrea

 

Família

   

Fabaceae-Caesalpinioideae

 

Síndrome de Dispersão

   

Autocórica

 

Sinomínia Botânica

   

Não

 

Grupo Ecológico

   

Não Pioneira

 

Classificação Sucessional

   

Secundária Tardia

 

Ameaça de Extinção

   

Não Ameaçada

 

Origem

   

Alagoas, Bahia, Espirito Santo, Piauí, Rio de Janeiro

 

Locais de Ocorrência

   

Nordeste, Sudeste

 

Onde Plantar

   

Avenidas, praças, parques e jardins.

 

Luminosidade

   

Meia Sombra

 

Solo de Plantio

   

Áreas Úmidas

 

Porte da Árvore

   

De 10 a 15 metros

 

Utilidades

   

Construção Civil, Florada Atraente, Marcenaria, Uso Ornamental

 

Madeira

   

Muito pesada (densidade 1,22 g/cm³), dura, rígida, compacta, variando nas cores vermelha, castanha até quase preta, de longa durabilidade natural.

 

Tronco

   

Tronco fenestrado, curto, de 40-60 cm de diâmetro, revestido por casca com ritidoma escamoso em placas finas; ramos pouco lenticelados.

 

Folha

   

Folhas alternas espiraladas, compostas bipinadas, imparipinadas, de 15-19 cm de comprimento, com 5-11 pinas opostas; foliólulos opostos, oblongos com base assimétrica e ápice arredondado, em número de 8-24 por pina.

 

Flor

   

Flores amarelas, diclamídeas, dialipétalas, zigomorfas, dispostas em panículas apicais e axilares.

 

Fruto

   

Fruto legume (vagem) indeiscente, muito duro, marrom, contendo poucas sementes marrons por fruto.

 

Fruta Comestível

   

Não

 

Potencial Paisagístico

   

Tronco com fundo escuro e manchas brancas irregulares causando um belo efeito. Copa densa e baixa.

 

Fenologia

   

Floresce a partir do final de novembro, prolongando-se até janeiro. Os frutos amadurecem em julho-agosto.

 

Possui Propriedades Medicinais?

   

Sim

 

Propriedades Medicinais

   

A literatura etnofarmacológica cita a tradicional “tintura-da-bage-de-jucá”, tida como excelente medicação de uso local em curativos de contusões e ferimentos, para estancar hemorragias e em compressas no tratamento de luxações. No Nordeste é usada como um xarope popular para o tratamento caseiro da tosse, bronquite e coqueluche. A infusão da entrecasca é usada para os mesmos fins. Estudos comprovaram sua ação contra tumores provocados pelo vírus Epstein-Barr, bem como atividade inibitória da formação de papilomas induzidos na pele de ratos.