Araribá Rosa

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Araribá rosa

O Araribá - Centrolobium tomentosum, é uma árvore brasileira, nativa da Mata Atlântica, na floresta estacional semidecidual, nas encostas pedregosas. Ocorre nos estados de MG, MS, GO, PR e SP. Árvore de crescimento rápido, atinge até 22 metros de altura. Seus frutos alados são dotados de espinhos e bastante grandes e duros. Madeira de grande qualidade, considerada madeira de lei pelo mercado brasileiro.

Nome Popular

Araribá, araribá rosa, aribá, araruva, ararauba, carijó, iriribá rosa, putumuju, tipiri

Nome Científico

Centrolobium tomentosum

Família

Fabaceae-Faboideae

Sementes por kg

110

Síndrome de Dispersão

Anemocórica

Sinomínia Botânica

Não

Grupo Ecológico

Não Pioneira

Classificação Sucessional

Secundária Tardia

Ameaça de Extinção

Não Ameaçada

Ocorrência conforme resolução SMA 08 - Estado de São Paulo

Cerrado - Sudoeste, Floresta Estacional Decidual - Centro, Floresta Estacional Semidecidual - Noroeste, Floresta Estacional Semidecidual - Sudeste, Floresta Estacional Semidecidual - Sudoeste, Floresta Ombrófila Densa - Sudeste, Mata Ciliar - Centro, Mata Ciliar - Noroeste, Restinga - Litoral Sul

Origem

Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, São Paulo

Locais de Ocorrência

Centro-Oeste, Sudeste, Sul

Onde Plantar

Praças, parques, ruas largas e avenidas.

Solo de Plantio

Áreas Úmidas

Porte da Árvore

De 10 a 15 metros, De 15 a 20 metros

Utilidades

Construção Civil, Florada Atraente, Marcenaria, Uso Ornamental

Madeira

Moderadamente pesada (0,75 g/cm 3), com cerne muito decorativo, fibras revessas, porém dócil ao cepilho e à serra, flexível, um tanto dura, de longa durabilidade mesmo em condições adversas.

Tronco

Tronco de 30-60 cm de diâmetro, revestido por casca acinzentada.

Folha

Folhas compostas imparipinadas, com 13-17 folíolos elípticos, de base arredondada e ápice cuneado a cuspidado, ferrugíneo-tomentosos na face inferior e pubescentes na superior, com venação camptódroma, de 6-11 cm de comprimento.

Flor

Flores amarelas, zigomorfas, diclamídeas, dispostas em panículas terminais.

Fruto

Frutos sâmaras equinocárpicas.

Fruta Comestível

Não

Potencial Paisagístico

A árvore é ornamental, principalmente quando em flor.

Fenologia

Floresce durante os meses de janeiro-março. Os frutos amadurecem em agosto-setembro.

Possui Propriedades Medicinais?

Não

Propriedades Medicinais

Não

Tempo Médio de Emergência

30 Dias

Mês de Coleta

Setembro

Colheita

A coleta deve ser feita quando a sâmara muda de cor, ficando parda ou marrom-escura, podendo ser feita diretamente da árvore ou catando-se os frutos no chão; neste caso, é recomendável que as coletas sejam feitas semanalmente. O fruto é a unidade disseminadora. Para facilitar a semeadura ou o armazenamento, deve-se cortar a asa do fruto. Recomenda-se, também, mergulhar os frutos em água por 24 horas, jogar fora os frutos que flutuarem e usar os afundados (Capelanes, 1991; Cândido, 1992).

Quebra de Dormência

Não apresenta dormência. Contudo, recomenda-se deixar os frutos em imersão em água ambiente por 24 a 48 horas, para favorecer a germinação.

Como Plantar

Colocar os frutos para germinar, logo que colhidos, diretamente em recipientes individuais mantidos em ambiente semi-sombreado e contendo substrato organo-argiloso; cobri-los com 1 cm do substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A germinação é total para sementes novas. O desenvolvimento das mudas é rápido, o mesmo ocorrendo com as plantas no campo, que podem atingir facilmente 4-5 m aos 2 anos.